Lado B: O Império dos Sentidos

O Império dos Sentidos

Um filme sobre amor, sexo e ovo cozido. Um filme que pode fazer os adolescentes ficarem eretos e úmidos. Ou não. Talvez não seja um filme para quem só faz “mamãe e papai”. Talvez não seja um filme que alguém diga “esse filme não é para você.” É um filme. Conta a história de Sada Abe – Se eu disser que me identifiquei um pouco em certos momentos, vou ser julgada? –  uma mocinha que faz carinho com o corpo e que trabalha para um boy mais velho chamado Kichizo. Os dois iniciam um casinho e uma vida sexual bastante ativa, polemica, diferente e sem medo de ser feliz. Quando eu o assisti, sofri um pseudo bullying no cinema por estar prestando atenção no filme, já que os outros seres humanos que se julgavam santos e puros (soy canceriana y rancorosa) ficavam dando risadinhas envergonhadas, algumas gargalhadas (para disfarçar a tensão e a frustração dentro deles, eu sei) e dizendo que o filme era do demônio. Sexo é do demônio? Amor é do demônio? (mais ou menos, mais ou menos)  Inovar é do demônio? Se sim, aceitem, então. Ênfase no “amor”, pois, para os  mais conservadores ou pseudo especialistas em amar as pessoas, o amor é tudo, menos o que Sada sente. Eu discordo, e vai ver que eu estou sendo uma pseudo especialista no amor. O sentimento dos dois vai além do que muitos demonstram em publico, talvez até entre quatro paredes, para alguns, não seja assim. Gosto de focar mais no romance intenso, do que nos pênis asiáticos. Pelo o que eu sei, todo casal tem sua brincadeirinha íntima que os ajudam a não cair na rotina. Por exemplo, a minha era, no início do meu namoro, brincar saudavelmente, de ter ciúmes do meu namorado, até que a coisa foi ficando séria. Sada e Kichizo  fizeram quase o mesmo, tirando o fato dela usar a vagina como se não houvesse amanhã, porém a seriedade do caso foi tão grande que no final, o seu Romeu morreu. E assim como as camisas do ex, ela tomou para si o bem físico mais valioso para manter o seu amado mais próximo dela. ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Ai no korîda, 1976. Direção Nagisa Ôshima. Com: Tatsuya Fuji, Eiko Matsuda, Aoi Nakajima, Yasuko Matsui, Meika Seri, Kanae Kobayashi, Taiji Tonoyama. 109 Min. Drama.

Lado B é uma seção do Claquetes destinada a filmes não tão conhecidos e apreciados do público, mas que devem ser descobertos.

ass_Priscilla

ass_nayara

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