Biografia: José Padilha

Antes de começar eu gostaria de esclarecer algo sobre o artigo que se segue e os demais que poderão vir futuramente (Bem, se virão é futuramente, dã!). Eles serão escritos em uma forma de linguagem que você sem dúvida não está habituado a ler por aí, mas já deve ter escutado algo desta forma ou parecido. Eu obtive total liberdade para falar de modo limpo (sujo), de forma que não vou me prender a linguagem correta, bonitinha e essa porra toda (eu vou botar aqui e ali uma palavrinha em itálico pra tu ver eu fiz de propósito e num comentar merda, sabe o que é itálico né? Não? Vixe…).

Bom, espero que vocês curtam (se não curtirem foda-se essa merda).

Agora Bora ao que interessa…

É de fato que ficamos maravilhados, em êxtase ou comovidos com tamanho espetáculo apresentado na telona, quem nunca saiu de uma sessão de cinema com aquela vontade de dizer “mermão, tu tem que ver esse filme, é foda!”?

Mas quem é o responsável por tudo aquilo que tu vê, hãn? Quem decide como a história será contada, tu já parou pra se perguntar isso? Não né? Relaxa aí que eu vou dizer, a resposta é bem simples, o cineasta, o diretor. É esse cara que tá ali, atrás das câmeras, o responsável pela execução e utilização das partes técnica, dramática, artística, do trabalho todo. E é sobre ele, o diretor, que eu decidi falar, tentarei mostrar um pouco da história e do trabalho desses verdadeiros mágicos.

Pra começar então, eu decidi optar por um brasileiro, um homem que nem todos conhecem por seu nome, mas sem dúvida o reconhecem pelo seu trabalho, José Padilha.

Padilha e Wagner Moura no set de Tropa de Elite 2.

Tu num sabe quem é esse cara não? Ele é nada menos que o diretor e produtor de dois filmes que, sem dúvida alguma estão entre os maiores sucessos do cinema nacional, Tropa de Elite (2007) e Tropa de Elite 2 (2010).

José Padilha nasceu no Rio de Janeiro, no ano de 1967 e formou-se em administração de empresas, pra mais tarde virar um gênio da 7ª arte. (Calma aí, foi só isso não). Padilha cursou literatura inglesa, economia política e política internacional em Oxford, Inglaterra (takipariu). Isso aí talvez explique a “assinatura” que ele bota em seus filmes, carregados de críticas.

Padilha, com o Urso de Ouro nas mãos.

Sua estréia como diretor de cinema se deu em 2002, no documentário premiado Ônibus 174, no entanto ele já havia trabalhado anteriormente como produtor e roteirista em obras como Os Carvoeiros (1999, documentário também premiado), Brazil’s Vanishing Cowboys (2003, nunca ouviu falar né? Nem eu antes da pesquisa, coloquei aqui num sei nem porque), Estamira (em 2004), Paraísos Artificiais (2012, isso aí 2012, da pra tu ver no cinema ainda), mas o seu trabalho de maior destaque veio em 2007 com o surpreendente Tropa de Elite, a partir daí sua ascensão veio rapidamente, Padilha investiu pesado neste filme, onde trabalhou por dois anos em investigações com a colaboração do BOPE, policia militar e até ex-traficantes, o filme se tornou sucesso vuado e antes mesmo de estrear nas telonas já havia sido visto por metade da população, o que incrivelmente não interferiu tão drástico na bilheteria, que aliás, foi absurda se comparado a outras produções nacionais. Tropa de Elite se tornou talvez o filme mais comentado da história das produções nacionais, recebendo inúmeros prêmios, incluindo o Urso de Ouro em 2008, maaaaas, não é pra falar só sobre esse filme que eu tô aqui, então…

Padilha dirige Seu Jorge em Tropa de Elite 2.

Como eu disse a pouco, sua ascensão (palavra bonitinha hein, gostei de usar) veio rapidamente após o estrondoso sucesso deste filme, lhe rendendo o devido reconhecimento lá fora. Em 2010 foi lançada a seqüência do filme, intitulado Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora É Outro, esse aqui teve um estrondoso sucesso, batendo recordes de bilheteria,  sendo a quinta maior abertura da história brasileira (Só pra você ter uma noçãozinha, cinco semanas depois desse filme ter estreado, no dia 8 de outubro, o filme obteve 9,6 milhões de espectadores, ultrapassando os 9,1 milhões de pessoas que assistiu a Avatar). Tropa de Elite 2 conseguiu ser o filme nacional mais visto da história do país.

E aí irmãozim, tá sabendo quem é o cara agora né? É isso aí, o bicho é foda.

Bom acho que deu pra mostrar um pouco do trabalho desse carinha aí e do que ele faz, sim um pouco, pois houveram vários outros trabalhos e já existem outros por vir (o cara é foda mermo né não?).

Ah, sabe o Robocop, é aquele lá que tira a arma da coxa, o Alex Murphy, um remake está em produção (Remake, se você ainda não sabe mané, é quando os cara produz novamente uma história já conhecida de vocês,  que já tivera uma produção anterior. Raphael também é cultura). O lançamento do remake (que agora você já sabe o que é) já tem data prevista, a MGM produz e a Sony Pictures distribuirá, o dia é 9 de agosto de 2013 (ATUALIZADO: “RoboCop:  A Origem”  estreia no Brasil no dia 21 de fevereiro de 2014). Adivinha só quem é o diretor!

robocop alterado

Padilha aceitou a missão de trazer Robocop de volta aos cinemas.

Ah, o “foda-se essa merda” lá em cima é brincadeira, só de sacanagem, eu espero mesmo que tenham gostado. Mas aí, é sério que tu num sabe o que é itálico? Takipariiiu, é quando a fonte, a letra do texto ta deitadinha, assim ó: Até a próxima galera, onde eu estarei voltando pra falar mais sobre esses caras aí. Beijo nuzói!

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Raphael PH Gomes é apaixonado e viciado em cinema a muito tempo. Consome filmes a todo momento, e tem sempre uma ótima opinião sobre a 7ª arte.